• cozinha,  DECORAÇÃO,  Decorar,  DIY,  Ideias mil

    Decore com publicidade

    Que tal ter quadros para enfeitar as paredes e dar um toque a mais na decoração sem gastar muito? Foi o que eu fiz com este trio na minha cozinha.

     

     

    Os três quadros exibem partes de anúncios publicitários. Mais precisamente, anúncios sequenciais do McDonald’s. Retirei da revista as páginas que tinham mais a ver com a ideia que eu queria e apliquei na moldura. Os quadros não tinham vidro e o acabamento ficou por conta do acetato que, visualmente, não apresenta diferença – pode ser comprado em papelarias ou lojas de artigos para artesanato.

     

  • Crônicas,  Vida e Carreira

    16 oportunidades que o isolamento social oferece e que você não percebeu

    Embora as circunstâncias mundiais sejam devastadoras, somadas às particulares, que cabe a cada um, uma vez que cada pessoa tem a sua dor e suas dificuldades, tento me manter firme de todas as formas que eu encontro ou que eu crio. E tento ver o isolamento social como a oportunidade de me organizar mental, fisicamente e rotineiramente.

    Aqui vai uma lista de oportunidades que o isolamento oferece e que talvez você não esteja enxergando, que podem te salvar por esse período e, quem sabe, até fazerem parte da tua vida após essa fase difícil.

  • DECORAÇÃO,  DIY

    DIY: Quadro decorativo feito com a técnica da colagem

     

    Alguém uma vez disse que a arte existe porque a vida não basta. E eu lembrei disso porque quando comecei a escrever sobre este faça você mesmo, me dei conta de que, na verdade, eu faço colagem desde criança e, curiosamente, sem nunca ter escutado sobre a técnica. Ou seja, eu senti a necessidade de me expressar artisticamente e encontrei um meio de fazer isso que foi o mesmo que outros seres humanos encontraram muito tempo antes, a que foi dado o nome de colagem. Interessante como as necessidades das pessoas, independente da idade ou da época, são as mesmas e os caminhos criados para supri-las também podem acabar sendo os mesmos. Eu adorava cobrir a capa dos cadernos e das agendas com colagem. Geralmente com recortes de revistas mas, às vezes, até, com retalhos de couro e jeans – a invenção da cola quente foi uma coisa de louco.

    Muitos são os temas que podemos pendurar nas paredes da nossa casa, seja pintura, fotografia, desenho etc. Aqui no blog eu já sugeri até a utilização de anúncios impressos – clique aqui para ver o post. E que tal, então, pendurar as nossas conquistas?

    Eu e o meu marido temos um carinho enorme pelo nosso apê porque ele está na nossa vida há muito tempo. Primeiro, nós alugávamos e, tempos depois, surgiu a oportunidade dele ser nosso. E essa é uma conquista e tanto pra gente não somente pela história mas, também, pelo processo, pois vamos conquistando tudo aos poucos, com muito suor, trabalho e dignidade.

    A ideia de fazer o quadro surgiu enquanto arrumava a papelada de casa. Quando segurei a cópia do desenho da planta pensei que deveria colocar num quadro. Mas para que não ficasse tão formal, poderia adicionar um toque divertido, colorido e sortido. Daí não tive dúvidas. A técnica da colagem era o caminho!

  • Morro Reuter,  Por aí,  Serra Gaúcha

    A fortaleza de cores de Flávio Scholles

     

    Tive muita sorte neste último sábado pois o artista Flávio Scholles estava em seu arteliê, como costuma chamar a sua galeria. Enquanto admirávamos seus quadros espalhados pelas quatro pontas da construção, acompanhados pela guia, ouvíamos sua voz vinda do segundo piso. De repente, ele surge, vestindo sua capa e seu chapéu clássicos. A simpatia em pessoa, já perguntando se éramos da área das artes, ao que respondi que passava um pouco perto, era diretora de arte publicitária, e foi assim que ele contou da sua breve atuação em uma agência de publicidade em São Paulo, como ilustrador. “Naquela época eu ainda não era artista” ele conta. Falou dos ateliês que já teve em outros países e que só no ano passado pintou 300 quadros, ou seja, quase um por dia. Há 8 mil deles colorindo paredes mundo afora e, somente ali na galeria, 2 mil, entre outros produtos como canecas e almofadas.

    O Flávio nasceu por ali mesmo, em São José do Herval, e no seu livro ele conta que realizou um sonho estabelecendo seu ateliê-galeria na região, no topo de um elevado, há 11 anos já, de onde se pode avistar Porto Alegre e Caxias do Sul. Em suas obras, Flávio sempre retratou o Rio Grande do Sul, suas paisagens e sua gente, em especial os imigrantes colonos, desde sua vinda para o Brasil, semeando e colhendo nas lavouras, até o êxodo para trabalharem nas indústrias. Entre uma pincelada e outra, há sempre espaço para questionamentos sobre o mundo moderno.

     

    O céu é quase um personagem em suas obras, sempre cúmplice dos colonos na lida da lavoura, aquelas figuras pequenas na base dos quadros, como podemos observar

  • Entrevistas,  Vida e Carreira

    Entrevista com: Mayara Oliveira – A vida em aquarela

     

    Era madrugada e uma americana praticava desenho de letterings na cozinha do apartamento em Berlim. Mayara viu naquela cena uma liberdade e uma beleza que sua vida mudou definitivamente a partir dali. Publicitária desde a oitava série do colégio, como costuma brincar, sempre foi incentivada pela mãe a pensar desde cedo sobre a vida profissional. Depois de três estágios como diretora de arte – e eu tive a alegria de encontrar com ela durante um deles -, se formou em Publicidade e Propaganda e decolou para a terra do nunca dos criativos. Na Alemanha, viveu aquele tipo de experiência que nos deixa frente a frente com o que a gente realmente quer ser. Lá pegou uma caneta de caligrafia pela primeira vez e não parou mais de ilustrar. Aos 23 anos – até dezembro – e realizada como ilustradora, May me recebeu no seu lindo e aconchegante canto criativo, aqui em Porto Alegre, pra contar pra gente como foi desenhar esse novo caminho profissional, sobre as experiências na Alemanha, sobre trabalhar em estilo home office, sobre romper com um padrão de trabalho antigo e também sobre a dura, porém saudosa, volta ao Brasil.

     

     

  • Por aí,  Porto Alegre,  Rio Grande do Sul

    Porto Alegre náutica: o passeio de Catamarã e a orla de Guaíba | Parte 1

    A história da Casa Baunilha lembra aquelas bonecas russas, que você descobre uma menor na medida em que abre a maior. Só que no sentido inverso, do universo micro para o macro. Eu criei o blog pra compartilhar ideias de decoração. Quando entendi que decorar era uma ação autobiográfica os assuntos ampliaram para o morar e o viver. E há algum tempo expandiram para a cidade, a casa maior onde reside a nossa própria casa, o nosso morar e o nosso viver.

     

     

    Confesso que nunca me entusiasmei tanto com o evento “aniversário de Porto Alegre” quanto agora, acho que justamente por essa busca em entender, afinal, quem ela é. E desconfio também de algo disfarçado no subconsciente, uma necessidade de exercer o livre arbítrio diante do momento atual da capital que sofre com a falta de segurança.

    Dentre as várias atividades promovidas e lembradas pela semana do aniversário da cidade, finalmente realizei uma das que eu sempre quis 

  • DECORAÇÃO,  Decorar,  Ideias mil

    Almodóvar como inspiração

     

    Bom, como este post nasceu para inspirar, seja pela decoração ou pelo estilo, nem vou mergulhar nas questões mais profundas das obras desse cineasta incrível. Vamos direto ao ponto. Os cenários produzidos e a direção de arte de seus filmes realmente são muito inspiradores, ambientes carregados pelo espírito de seu criador: ousado, marcante, contrastante e dramático. Nesse “universo Almodóvar”, as cores vivas, a mistura de estampas e um feminino nada frágil sempre marcaram presença. E o vermelho sempre foi o protagonista.