Sobre

 

Oi e bem vindos!

Eu sou a Juciéli Botton e é aqui, na Casa Baunilha, que compartilho tudo que me inspira a decorar, organizar e morar melhor, com reaproveitamento, faça você mesmo, peças vintage e um olhar atento para a vida.

Bom, decoração. Me interesso muito por esse tema por dois motivos: primeiro, me fascina o fato de um espaço físico ser capaz de falar por mim e contar a minha história. E para a minha casa falar por mim, eu preciso me meter em todos os detalhes. Ou seja, adoro um faça você mesmo, um reaproveitamento de materiais, dou novos usos a velhos objetos, pinto as paredes, faço qualquer negócio para deixar a minha casa com o meu jeito. E isso inclui ficar caminhando por horas em pleno sol do meio dia garimpando peças vintage em feiras de antiguidades a céu aberto. Decorar, pra mim, tem tudo a ver com quem a gente é e pouco a ver com tendências. É um ato autobiográfico. É de dentro para fora. E isso leva ao segundo motivo que, no caso, vem de um movimento contrário: decorar a casa é, também, um jeito de influenciar nossa vida positivamente. Ou seja, é também de fora para dentro. Estou falando de qualidade de vida. Estou falando de um espaço ser capaz de melhorar o convívio entre as pessoas, de fazer as crianças se concentrarem no dever de casa a ser feito, de ajudar você a se tranquilizar diante de uma situação estressante. Todo mundo deveria ter não somente um espaço mas, sobretudo, um lar. Um lar oferece estrutura para o desenvolvimento de uma vida.

E nessa de compartilhar ideias sobre decoração eu acabo explorando outras duas paixões: escrever e fotografar. Na composição ali de cima tem algumas das fotografias que fiz para os posts da Casa Baunilha e que, de uma certa forma, mostra esse mundo que influencia a minha visão sobre o morar: Pôr do sol no Rio Guaíba: dos mais lindos que já vi e que tenho o privilégio de assistir seguidamente na minha cidade, Porto Alegre – é preciso valorizar e usufruir o que a nossa cidade tem de bom e não ficar refém das notícias ruins. Fruteira metaleira: resgatei esta peça das trevas, reaproveitando o material, coisa que adoro fazer. Com lixa e tinta preta, não precisei comprar uma fruteira nova. Pássaros aguardando os peixes na divisa das praias Ipanema e Leblon, no Rio: adoro olhar para as cenas da natureza. Janela do Teatro Alvaro de Carvalho, em Florianópolis: por onde quer que eu ande, sempre observo os detalhes da arquitetura, como também mostra a foto do piso do palacete do Parque Lage, no Rio, feito a partir de várias pedras trazidas da Itália. Bar e lancheria em Pinto Bandeira: adoro descobrir construções históricas na serra do RS, casas antigas que dão vontade de abraçar, cobertas por cores fabulosas – e se tiver um Fusca azul a tiracolo, melhor ainda. Rabanetes da horta do meu avô: fazer a própria comida e valorizar os pequenos produtores é algo que tento fazer e mostrar aqui na casa. Cristo Redentor tentando alcançar a lua: o humor e a poesia na crônica visual são fundamentais.

 

Um pouco mais sobre mim

Me chamo Juciéli Botton, fui feita nos anos oitenta, nasci no interior do Rio Grande do Sul, em Ijuí, e vivo em Porto Alegre há muitos anos. Desses, mais de dez no meu apartamento com menos de 45m², junto do meu companheiro. Um espaço que reformamos e decoramos um dia por vez. Queria ser astronauta, bailarina, dentista e Marisa, a cabeleireira da minha mãe. Mas estudei mesmo foi Publicidade e Propaganda e sempre trabalhei na área de direção de arte. O que isso quer dizer? Que meu olho enxerga os detalhes, que vê poesia onde as pessoas geralmente enxergam feiura; que adoro arte, seja hight tech ou em barro; que nas fotos das minhas viagens só dá os outros nos lugares e junto das coisas e não eu nos lugares junto das coisas; que não escrevo a ponto de concorrer a prêmio literário mas me esforço um monte para não povoar esse mundo com vírgulas. Nos últimos tempos, virei artesã e estou aprendendo a produzir cerâmica, um universo fascinante pois adoro poder criar as peças de que preciso com as próprias mãos. Sou apaixonada pela estética artesanal e a forma única de cada peça.

 

Meu tipo de decoração

Antes de mais nada, um fato sobre quem se liga em arquitetura, design de interiores e decoração: nem tudo relacionado à arquitetura, design de interiores e decoração nos agrada. Todos nós temos uma identidade que se reflete em todos os aspectos da vida, o que não seria diferente na nossa casa.

 

ADORO:

  • garimpar peças vintage (adoro velharia)
  • peças com história (adoro velharia)
  • as texturas do mundo industrial (adoro velharia)
  • as madeiras do universo de fazenda (adoro velharia)
  • alguns toques contemporâneos (pra dar uma quebrada)
  • textura artesanal, que pareça ter saído da natureza mesmo: linho, algodão, cerâmica, palha, pedra, metal, madeira, vidro
  • tubulações e iluminação aparentes (prefiro saber que as coisas estão ali de verdade e não escondidas e simuladas)
  • móveis avulsos (estou sempre mudando as peças de lugar)
  • louça com jeito de casa de vó (oi, velharia)

Eu quero que a minha casa seja um espaço rico visualmente, que some essas texturas diferentes e materiais diversos. Isso, inclusive, cria novas conexões no cérebro na medida em que fazemos todas essas leituras da nossa própria casa. Pode acreditar.

 

NÃO ADORO:

Se você não sabe como decorar sua casa justamente porque ainda não sabe do que gosta, comece listando o que não gosta.

  • pátina – na verdade acho que o problema não é a pátina, coitada, é que praticamente todas as pessoas me sugerem cobrir tudo com pátina, o tempo todo
  • espaço monocromático: tudo bege, tudo marrom, tudo branco
  • ambiente cem por cento novo, tipo showroom de loja, que não conta uma história (também pela dor no coração pelo lixo gerado e todas as questões sobre consumo consciente)
  • teto rebaixado em gesso, gesso mesmo, luzes embutidas (nada que me engane, que me esconda algo)
  • estilos provençal e romântico
  • listras na parede (parece que vão me botar na linha, hahaha. Adoro listras nas roupas e até em almofadas. Mas na parede não)
  • glitter, purpurina, coisas que brilham em geral (aquilo que tem brilho próprio, ok, mas panos de prato com purpurina, porcelanato com pedrinhas de brilhante, flores naturais com glitter, não)
  • plantas artificiais (com exceção de um antúrio todo verde, de plástico, bem acabado, que estou procurando e está difícil de encontrar)
  • parede de cor neon (fere os olhos)

E nem preciso dizer que alguns itens vão entrar e outros vão sair dessas listas porque é assim mesmo que funciona. A gente vai amadurecendo e os gostos e interesses mudam (o que é de deixar qualquer um louco mesmo, principalmente depois que você tomou decisões que demandam algum grande dinheiro).

 

A Casa Baunilha no Instagram: @casabaunilha

Eu comecei com um perfil da Casa no Facebook (@casabaunilhadecor) mas, confesso, não costumo falar com as pessoas via Facebook. Eu assumo. Você pode curtir a Casa no Face, sem problemas. Mas é no perfil @casabaunilha do Instagram que a gente vai trocar ideias de decoração e reforma, lugares para conhecer, fotografias, ideias para o dia a dia, para a vida, achados, tudo.

 

Algumas curiosidades que acontecem por aqui

Muitas pessoas se dirigem a mim como “vocês”. A verdade é que sou só eu neste blog. Não tenho uma equipe. As fotos eu mesma clico, ou, se não, eu indico quem são os donos. Os textos são todos meus. E isso não tem nada a ver com egoísmo e nem com coitadismo. Eu criei o blog como um hobby, sem chefe e prazos, sem obrigações e expectativas alheias. É como se fosse a minha casa mesmo, onde me sinto livre. Mas não tem problema, não. Podem continuar chamando por “vocês”, porque às vezes sinto que me desdobro em muitas mesmo.

Algumas pessoas acham que eu faço comidas e doces para vender, além de eventos. Imagina, gente, eu não tenho esse dom. A Casa é Baunilha porque toda casa tem um cheiro, um aroma, e eu adoro o de baunilha.

Tem gente que me pergunta preço de objetos que aparecem nas imagens ou se eu faria uma reforma na sua casa. E a verdade é que: não vendo nada – ainda – gente, e nem faço reformas. Por enquanto. Porque o dia em que eu fizer um curso de pedreiro, ninguém me segura!

 

É isso? Acho que é isso. Qualquer informação que quiserem saber mais, ou comentar, ou para deixarem sugestões, usem o espaço dos comentários ao final de cada post, ou vocês ainda podem falar diretamente comigo pelo Contato que fica no menu do site.

 

E sejam bem vindos. Sempre.

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