• DECORAÇÃO,  Por aí,  São Paulo

    Onde comprar fio de fada e bijus inusitadas na 25 de Março em São Paulo

    É de utilidade pública saber onde conseguimos fio de fada para criar iluminações mil na nossa casa. Eu fiz meu rack da sala com um e queria mais outro para criar uma luminária. E como foi difícil encontrar na 25 de Março, a rua onde se você não encontra é porque não existe, achei melhor compartilhar onde foi que consegui e por um preço até interessante perto do que já paguei. E, de quebra, vou indicar onde encontrei bijus diferentes, como aqueles pares de brincos que vem com uma peça diferente da outra. Adoro.

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    3 exposições incríveis e gratuitas para ver em São Paulo

    O que será o vermelho vertical em Antropofagia? Que mistério é esse? Quem souber não me fale, por favor, adoro não saber. Que coisa que destoa e ao mesmo tempo parece que orna com todo o resto. Instigante até não poder mais. Enfim.

    No fim de semana do dia 22 de junho estive em São Paulo e fui a 3 exposições que me deixaram pulando em plena Paulista de tanta felicidade. Uma da artista que adoro de paixão, a Tarsila (do Amaral, para quem conhece mais de uma) e outras duas sobre assuntos que me interessam demasiadamente: ilustração, design gráfico e trabalho artesanal. Todas na Avenida Paulista

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    Onde eu comi em São Paulo e fui muito, muito feliz

    Eu tenho um novo lema quando o assunto é escolher lugares para comer fora de casa que é “eu preciso me dar ao respeito”. Em breve, publicarei um texto falando mais especificamente sobre isso. Mas, resumindo, me recuso a pagar caro por comidas em que não vejo valor, apenas fotos bonitas no perfil do Instagram e ambiente de decoração descolada. Nesta vez em que estive em São Paulo, pesquisei tanto previamente, me dediquei tanto a encontrar lugares legais para comer, com preços honestos, para contemplar esse meu novo “mantra”, que não deu outra: fui muito feliz nas escolhas. Não teve um lugar de que não gostei. E os preços, em geral, bastante convidativos.

    Uma questão importante: eu praticamente nunca peço bebida porque tenho o costume de não tomar nada durante a refeição. É um hábito que tenho na minha casa e que naturalmente pratico na rua também. Pedi bebida em apenas três ocasiões, sendo que em uma fui meio que obrigada porque precisava tomar uma cápsula de vitamina durante a refeição. Em função disso, a conta acaba sendo sempre magrinha. Comprei um galão de água para deixar no apartamento e reabastecia a minha garrafinha menor sempre que fosse sair. Duas boas alternativas para economizar em São Paulo – e na vida: não sair comprando água por aí e não beber durante a refeição.

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    Um domingo na Paulista

    Eu tive a sorte de transitar pela Avenida Paulista em um domingo. Era maio de 2018. Eu sei, paulistanos dirão que é clichê, moradores da região torcerão o nariz, pois sei que muitos não gostam do que a avenida se tornou aos domingos: um grande shopping/lollapalooza que incomoda os moradores. Só que era a minha primeira vez em São Paulo. Visualizem uma pessoa que adora a obra da Lina Bo Bardi e que sempre teve o fetiche de conhecer o genial vão do MASP. Foi com esse coração que fui para a Paulista naquele dia: achando que conheceria a arquitetura da Lina e as obras no museu e ponto.

    Sem saber de nada, inocente, saí da Treze de Maio contornando a Japan House (também um espaço cultural muito do legal para conhecer) e, entrando na Paulista, vi que ela estava com o trânsito bloqueado. Era dia do povo usufruir. Achei incrível. Desde 2016 a avenida integra o projeto Ruas Abertas e se tornou um dos espaços de lazer mais procurados. Pena não ter um chimarrão comigo para ficar curtindo o dia pela rua mesmo. Pois chegando no MASP vi que tinha uma feira de antiguidades acontecendo sob o vão. Com essa eu não contava. Pensei: o que faço primeiro? Como se não bastasse, uma outra feira acontecia do outro lado da rua, na Praça Trianon, com artesanato, gastronomia, floricultura e muitas outras coisas. Sem contar que as exposições que o MASP oferecia no momento eram muito fracas (sarcasmo), com obras do Aleijadinho, da Maria Auxiliadora, e do acervo com Picasso, Van Gogh, Matisse, Modigliani, Portinari, coisinhas para serem vistas com calma, entende? E, ainda, expostas nos cavaletes de cristal, originais do projeto dos anos 40 da Lina Bo Bardi. E eu ainda sonhava em ir na Feira do Bixiga, que acontece no mesmo dia mas em outro bairro – sonho meu, sonho meu… dizia a música.