• Florianópolis,  Por aí,  Santa Catarina

    Palácio Cruz e Souza em Floripa

    Uma das coisas mais lindas que você pode ver na Ilha da Magia não requer banho de protetor solar e nem vai te encher de areia. O Palácio Cruz e Souza é uma das belezas arquitetônicas, decorativas e históricas da ilha, de uma riqueza de detalhes e materiais inacreditável, que conta a trajetória da ocupação de Florianópolis. É aquela espécie de lugar que quem gosta de antiguidade fica de boca aberta do instante que entra até a saída.

     

     

    Eu já fiquei boquiaberta com a obrigatoriedade do uso destas pantufas para não estragarmos o piso. Lamentei não ter isso em outros tantos lugares que já visitei.

     

    O piso em madeira, com quase duzentos anos de vida, foi criado com a técnica da marchetaria que consiste em formar, por meio de materiais de colorações diferentes, desenhos belíssimos como estes.

  • Por aí,  Rio de Janeiro

    O décor da Confeitaria Colombo: um caso de amor antigo

     

    Todo mundo tem um lugar que admira e adora mesmo sem nunca ter ido. Pois umas das confeitarias mais tradicionais e deslumbrantes do Brasil era um dos meus. Na verdade, ela continua sendo, mesmo depois de encontrar pessoalmente essa velha amiga que conheci pela internet. Bom, um espaço que une gostosuras pra comer a uma decoração histórica de encher os olhos, que acelera o coração e lota o cartão de memória da minha máquina só pode ser um dos mais queridos, mesmo.

     

     

    Pelo que li por aí, a Confeitaria Colombo foi fundada em 1894 por imigrantes portugueses e recebeu este nome para homenagear o grande navegador Cristóvão Colombo. Isso explica alguns detalhes do interior da confeitaria, como pinturas em painéis, desenhos em vitrais e convites com ilustrações de caravelas e navegações. Decorada em estilo art nouveau, a confeitaria é a prova viva do que foi a belle époque carioca

  • Por aí,  Porto Alegre

    O décor histórico da Biblioteca Pública de Porto Alegre

     

    Era novembro de 2013. Como uma apaixonada por decoração – e por artes gráficas e coisas impressas – compro a revista Casa Vogue e não acredito no que vejo. A Biblioteca Pública de Porto Alegre estampada na capa e em fartas páginas internas. Eu ainda não conhecia e tive de esperar longos 8 anos de reforma pra isso, ou seja, morria de curiosidade pra saber como era esse prédio emblemático. Então, nesse meio tempo, tive de me contentar com o ensaio editorial de produtos de mobiliário com a biblioteca como cenário. Só que a revista tinha aplicado um filtro verde nas fotos, escurecendo os espaços, e isso só me deixou mais curiosa. Quando ela finalmente reabriu… imaginem eu entrando com um olhar de oh my god! E eu tentava disfarçar, afinal, tinha gente trabalhando lá todos os dias, acostumada a toda aquela beleza. Iam achar que eu tinha vindo de alguma realidade paralela. Não, eu não tinha nem uma câmera em mãos pra fingir que era turista.

    A tinta descascada na parede revelando desenhos espetaculares por debaixo é de assustar. Mesmo quem não sabe da história percebe que aquela tinta não representa boa coisa. Quis entender mais sobre o prédio, a tinta, os desenhos e tudo o mais que pudesse absorver. O que eu fiz? Fiz o que se faz em uma biblioteca. Peguei dois livros sobre a história do prédio, sentei junto

  • DECORAÇÃO,  Decorar,  Ideias mil,  quarto

    Quarto de criança nem rosa, nem azul

    casa baunilha quarto infantil 6

     

    A restrição do universo de uma criança a uma (01) cor sempre me perturbou, como rosa para meninas e azul para os guris. Qual é a plausível justificativa que se tem para limitar as cores do universo infantil? Ah, a sociedade de consumo… Você não vai encontrar uma bicicleta infantil no mercado que seja feita para seus dois filhos. Se você tiver um menino e uma menina, terá de gastar comprando duas bikes, uma azul para ele e uma rosa para ela, o que, se você for pensar, não ajuda na hora da lição de aprender a dividir. O mundo é colorido, gente. Nós, depois de adultos, é que resolvemos gostar do cinza, do preto, do branco, de cores neutras. Criança, além de gostar do colorido, precisa de todos esses estímulos visuais riquíssimos que são as cores.

    Pois bem. Folheando revistas online encontrei, na Minty Magazine, um quartinho

  • DECORAÇÃO,  Decorar,  home office,  Ideias mil

    Em busca da escrivaninha perfeita

    Meu apê tá passando por transformações. Na verdade, no mundo de hoje, o que não tá, neh gente? Mas mais recentemente troquei quartos de lugar. O quartinho da bagunça virou o meu quarto mesmo, pra dormir, e o que era de dormir virou o da bagunça. Só que nessa brincadeira, a casa inteira virou uma zona. Sabe quando vem gente de loja entregar na sua casa e dá vontade de dizer “nós mudamos recentemente, sabe como é…” quando na verdade tu já mora ali há 7 anos? Tô nesse estágio.

    Maaaas, como toda boa repaginada, o negócio é fazer tudo devagarinho. Então agora estou concentrada no espaço do home office/ escritório / cantinho do computador, que ficará no atual quarto da bagunça. E a peça principal dessa história é a escrivaninha, a mesa.

     

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    Foto: We are scout

     

    Fã de móveis antigos que sou, pensei em começar uma busca por algo assim, como na foto, bem enxuto, pequeno, com linhas delicadas. A prioridade é ocupar menos espaço possível e agregar história, porque os objetos que ficarão por ali são modernos, como computador, luminária e outras coisas. Então uma mesa vintage vai

  • DECORAÇÃO,  Tours

    Restaurado e colorido

    Quando se pensa em reforma, a gente só quer saber de se livrar do passado, do desgastado, do quebrado, e abrir espaço pro novo, pro gesso lisinho, pro piso novo em folha.

     

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    casa baunilha ape barcelona5

     

    Mas parem as máquinas! Respire. Olhe ao redor. Deve ter algum detalhe bacana, original, que vale a pena valorizar e manter. A casa não deixa de ser

  • DECORAÇÃO,  Decorar,  Ideias mil,  quarto

    Para sonhar acordado

    Eu nunca comprei/usei esta marca gringa Bedroom Society, tá gente? Mas eu gostei um monte do décor das fotos de divulgação da linha de lençóis e afins. Tem muitas texturas e cores pra gente captar e, quem sabe, jogar na cama e nas paredes do nosso quarto também.

     

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  • DECORAÇÃO,  Decorar,  Ideias mil,  Tours

    Sobre pintar mais de uma parede

    Eu me arrisco a dizer aqui que TODO MUNDO, tipo, GERAL, quando pensa em colocar uma cor na parede de casa pensa em pintar 1 parede apenas. E digo mais: que assim fazem. É comum encarregarmos a um único pedaço de um espaço todo, a alegria da cor.

    Pois é exatamente para isso que eu queria atentar vocês, para o todo. Nossa casa é um todo, e um todo até bem complexo, certo? Quando moramos, queremos estar em todos os cômodos, queremos enxergar a nós mesmos em todos os cantos, detalhes, quadros, tudo. Quando os amigos vem, queremos que eles nos vejam através da história que contamos no nosso lar. Por isso a importância de se ter continuidade, aquilo que faz a gente estender o tapete da nossa história por toda a nossa casa.

    Continuidade é o que temos que ter em mente.

    Posto isso, que tal continuar com o rolo de pintar para além daquele ângulo de 90 graus e cobrir a parede vizinha também?

    Quando criamos este “L” nas paredes, com uma mesma cor, estamos prolongando uma sensação, estamos continuando aquele clima que ela traz para o ambiente e, o mais legal, criamos a sensação de amplidão. O espaço continua, ele não acaba onde aquela parede acaba, ele se vai – que poético!

    Pintar somente 1 parede é como se você estivesse lendo uma linha no texto de uma página de livro em que, ao final dela, o texto também acabasse, incompleto. Quando pintamos uma parede a mais, estendemos essa leitura, ampliamos o visual que ela favorece. A história continua.

    Encontrei nas páginas da revista Covet Garden um exemplo disso, e um pouco mais. O cinza, cor escolhida, se estende por quase toda a morada.

     

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    Poderia ter ficado só ali, atrás da mesa de jantar, mas o cinza 

  • Gramado,  Por aí,  Rio Grande do Sul,  Serra Gaúcha

    Josephina bistrô e café em Gramado

    Meu namorado e eu fomos a Gramado, aqui no sul, para comemorar meu aniversário de 30 anos. Queria muito fazer um passeio para conhecer outros lugares que não os pontos turísticos de praxe que já conhecia.

    Chegamos na cidade na hora do almoço, a fome era grande. Era a oportunidade perfeita pra conhecer o café e bistrô Josephina, que além de ter uma boa história pra contar é um colírio para os olhos com uma decoração acolhedora e atraente, recheada com detalhes interessantes. Claro que fui logo olhando para o décor, mas também já deixo registrado que fomos muito bem atendidos e experimentamos pratos que certamente voltaremos para repetir.

     

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    A casa é dos anos 50, construída pelo bisavô de 4 irmãos que se juntaram para transformá-la no Josephina, uma homenagem à avó

  • antes e depois,  DECORAÇÃO

    Antes e depois: final feliz para a mesinha de apoio

    Eu adoro os antes e depois pois mostram a transformação de um cômodo ou um objeto, o que é um grande incentivo pra gente fazer a mesma coisa com nossos móveis em vez de sairmos comprando algo que não necessariamente vai dar personalidade à nossa casa.

     

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    mesa lateral antes e depois cb3

     

    Esta mesinha com cara de antiga e completamente sem graça teve uma transformação inspiradora, feita pela Brittni Mehlhoff, no site Curbly. Vendo o resultado já começou a brilhar algumas ideias pra eu reformar uma cadeira que comprei em uma loja de usados. Sempre fico em dúvida de que cor e como cobrir materiais metálicos, como