Depois da sala de jantar deste post aqui, que combina cadeiras com sofá, mais ideias apareceram com essa mesma proposta. Separei algumas pra gente pegar inspiração e tirar a casa da rotina do combinadinho.

Depois da sala de jantar deste post aqui, que combina cadeiras com sofá, mais ideias apareceram com essa mesma proposta. Separei algumas pra gente pegar inspiração e tirar a casa da rotina do combinadinho.

Achei uma graça este pequeno escritório, tão simples, tão básico: bancada em placa de madeira com dois gavetões cereja nas laterais, fazendo a base. Alguns quadrinhos e flores sempre vivas. Prontinho e lindo.
Não conheço ele pessoalmente, mas quando a gente gosta de uma coisa, e quando essa coisa é boa de verdade, a gente tem mais é que falar mesmo. Sou grande admiradora do trabalho do designer gaúcho Fernando Jaeger. Suas peças exibem um desenho rico que acrescenta no espaço da sua casa mas que, ao mesmo tempo, carrega uma limpeza nas formas, no visual como um todo, que nos permite criar várias combinações, várias linguagens decorativas nos ambientes. É uma estética que me remete a conforto e a organização ao mesmo tempo.
Destaquei algumas peças, que na verdade já são muitas, que adoro. Dá pra notar a variedade de formas e materiais. E, ao mesmo tempo, percebemos uma unidade no estilo que é essa limpeza das formas em todas as peças.
Eu tenho vontade de todas! Como não amar o sofá Alice, com detalhes delicados como os botões no estilo capitonê e as bordas estampadas?
De um lado, cadeiras. Do outro, sofá. E se repararem bem, o sofá tem encosto que lembra uma cabeceira de cama, só que tamanho gigante.
Quer montar uma mesa bonita para aquele jantar especial? Esta, que foi elaborada pela Nicole Balch, tem poucos elementos que, no conjunto, ficaram bastante interessantes. O centro de mesa é a atração principal. Nada mais, nada menos que um terrário. O resto do charme fica por conta das velas em vasos de vidro, dos anéis para guardanapo e do jogo americano neutro. Atmosfera natural.
Procurando por exposições de decoração, encontrei ambientes interessantes e detalhes muito bacanas, para a Casa Cor Rio, não somente deste ano, mas de 2011 também.
Bacana a parede revestida em madeira, contrastando com a leveza do tom azul do sofá e da parede à esquerda. Na foto da direita, um detalhe que faz toda a diferença em termos de iluminação: a abertura acima da porta. Além de charmosa, deixa a luz invadir e clarear tudo.
Simplesmente adorei o cantinho da foto da esquerda, com a luz natural se misturando a dos abajures – proposta de Marcelo Jardim e Tiago Freire. À direita, pequena biblioteca acima da geladeira e parede com textura de pedra ao fundo.
Você já tem um projeto para o próximo fim de semana: criar um revisteiro a partir de uma veneziana. Sempre tem uma perdida que ninguém quer mais. Nas caçambas de entulho de obra, nas calçadas, é o que mais tem. Pode lixar grosseiramente, deixando um pouco da pintura anterior para dar aquele ar de demolição mesmo. Daí é só escorar na parede e pronto.

Que sala mais aconchegante esta. Com vista para o verde lá fora e com uma boa entrada de luz, transmite uma paz… os moradores parecem estar em férias constantes.
Vamos detalhar o espaço e entender o porquê dessa sensação: se quiser aconchego e calor, use tons terrosos e madeira. Some o azul, este azul petróleo, mais escuro (presente nas almofadas e no armário) e você terá o casamento perfeito entre aconchego e sofisticação. Faz tempo que essa dupla marrom & azul dá certo. Não tem erro. Sem medo de ser feliz: estampa nas cortinas. Não ficou pesado porque o sofá é liso, da mesma forma que permitiu almofadas com estampas variadas.
Gosto é algo que não se discute, cada um tem o seu. É isso que dizem, pelo menos. Mas e quando a gente discute com a gente mesmo? E quando a gente acha que nosso gosto é um mas, de repente, é outro?
Se tem algo que me surpreende é esta mudança, a de gosto. Sim, ele muda. Pense um pouco, nos últimos tempos, quanta coisa você jurou que nunca mais ia usar, ou comprar – ou até mesmo lugares que prometeu não voltar mais, ou comidas que jamais comeria?
Você pode jurar de pé junto que nunca irá cultivar uma samambaia, e quando menos espera, estará visualizando uma no meio da sua sala, toda imponente. Já passei por várias mudanças nesse sentido. Por exemplo: antes só queria saber de louça lisa. Nada de desenhos e arabescos, nada muito “mulherzinha” – palavra ruim. Hoje, quando vou nas feiras de usados, nas lojas de antiguidades e vejo aquelas louças trabalhadas, dá vontade de levar tudo. Tá bom, tudo não, eu mantive alguns critérios.

Isso aconteceu também com relação a cortinas. Não podia com elas. Na verdade, com nada que juntasse muito pó. Hoje, tenho sonhos com cortinas, estampadas, lisas, de todo tipo. Com tapetes eu ainda tenho um bloqueio, mas não vou dizer ‘nunca’.
É interessante como mudamos, e é preciso estar atento a isso e se permitir virar a casaca. Permitir pelo menos a experimentação para, então, definir o seu gosto – ou pelo menos o atual.
Voltando à louça, só sei que peguei gosto por peças que tenham personalidade, que contem uma história. Mais interessante ainda, é criar conjuntos com peças diferentes uma da outra.
