
Estou muito feliz. Comecei a construção de um braseiro para o sítio. Observando o terreno, vi que a natureza estava fornecendo um espaço perfeito para isso: um platô de pedra, com vista para o pôr do sol.

Estou muito feliz. Comecei a construção de um braseiro para o sítio. Observando o terreno, vi que a natureza estava fornecendo um espaço perfeito para isso: um platô de pedra, com vista para o pôr do sol.

Ver uma árvore carregada de frutos, sem ninguém para apanhá-los, é uma das coisas que me deixam inquieta. Mesmo que os pássaros e outros animais aproveitem, eles não dão conta da alta produção de alguns exemplares.
Tenho visto muitas árvores carregadas de frutos e boa parte dessa irretocável produção da natureza indo para o chão. Ou porque as pessoas não se importam, até conheço algumas que têm frutíferas no pátio mas que não comem frutas, ou porque simplesmente não dão conta mas, neste caso, colher e dividir com os vizinhos é uma baita de uma ideia, ou, ainda, porque algumas propriedades são abandonadas.

Se antes a minha casa era o paraíso para onde eu ia depois de horas entocada no ambiente de trabalho, agora o meio do mato se tornou o meu refúgio depois de dias em frente ao computador de casa.
Os sentimentos estão confusos em relação ao meu canto. Hoje a sensação é de que a minha casa representa o meu trabalho. Parece que enquanto eu estiver ali dentro, estou sempre a postos. Parece não haver um descolamento do espaço-tempo do trabalho do lazer e descanso.

Os almoços em família, os de fim de semana, são prazerosamente simples. Carne assada, salada e um carboidrato. No último domingo, o das mães, a gente continuou nesse caminho, só deu uma gourmetizada. A costelinha de porco, ou a sobrecoxa de frango, foi substituída por um salmão assado em carvão, inteiro e fechado, temperado apenas com sal e limão. O aipim ou o arroz deram lugar a uma batata gratinada. E a salada ganhou pedaços de figo, queijo gorgonzola e molho especial. Foi sucesso.

Estamos quase completando a semana 3 e eu ainda não consegui registrar aqui a segunda semana. Na verdade, eu não vou registrar todas pois são muitas durante processo. Mas como muita coisa já aconteceu nesse começo, achei melhor compartilhar pelo menos as primeiras.
De 7 estufas (algumas com duas estacas), 3 tiveram todas as folhas caídas. E não tem a ver com as espécies, pois tinha feito duas da mesma árvore e uma delas ficou sem folhas e a outra estava super bem. Uma roseira também ficou sem folhas enquanto a outra ainda sustentava as suas, verdinhas.

Era um sonho ter uma horta. Queria poder usufruir de temperos e vegetais frescos, cultivados sem agrotóxico. No meu apartamento, sempre tive um vaso aqui, outro ali, com mudas que logo acabavam ou sequer sobreviviam.
Mas a história tomou um novo rumo quando meus pais se mudaram do apê em que moravam para uma casa. Com a iminência de um quintal, nascia a oportunidade de ter uma horta.
Conforme a orientação, abri as estufas sete dias após o plantio para fazer uma nova rega e conferir como estavam as estacas. A orientação para o plantio é limpar o galho o máximo que puder, deixando apenas duas folhas que, ainda por cima, são cortadas na metade. Só que deixei algumas com mais folhas, como experiência mesmo e, apenas sete dias depois, pude perceber as diferenças.

Por exemplo, na estaca da árvore, no galho em que havia deixado 4 folhas, uma amarelou e caiu e a outra também estava amarelada, prestes a cair (imagem da esquerda). Então deixei apenas duas e cortei elas ao meio, exatamente como no vídeo de referência que mostrei na postagem anterior. Já com a estaca em que tinha deixado apenas duas folhas cortadas, estava tudo bem. Na foto da direita, as estacas dentro dos conformes e regadas, prontas para voltar com a estufa.

É uma missão quase impossível fazer uma lista com os canais preferidos sobre um universo que só não é maior que o nosso próprio por questões óbvias, mas que ocupa uma vastidão sem precedentes, que é o universo da construção e da decoração, sempre em expansão.
Mas, em nome do compartilhamento de informações, vou arriscar e elencar alguns em uma lista esforçadamente sucinta. Espero que gostem ; )

Ah, se eu tivesse o conhecimento necessário para identificar toda e qualquer espécie verdejante. Tantas foram as vezes em que quis saber de que planta se tratava para ir atrás da muda ou até mesmo para poder cuidar melhor dos indivíduos. Passar pela estrada, se apaixonar por uma árvore e simplesmente dar adeus, sem saber quem ela é e sem a possibilidade de tê-la por perto, quem nunca?
Depois de muito pesquisar, encontrei a técnica de estaquia explicada pelo Edson Silva no canal Vida Verde. A partir desse momento, me vi sorrindo. Teoricamente, poderia enraizar galhos de muitas das plantas cujo santo batesse com o meu. Ela não resolve a questão sobre saber de que planta se trata mas possibilita a coisa mais maravilhosa que é poder cultivar “cópias” das minhas plantas favoritas.

Senta que lá vem análise semiótica. E spoilers. Portanto, se tu ainda não assistiu ao primeiro Alien, de 1979, assista primeiro e, depois, vem correndo aqui pra gente bater um papo.
Alien: O Oitavo Passageiro, de 1979, não é um filme sobre aliens, mas sobre mulheres desacreditadas que precisam limpar a bagunça dos outros depois, com todo o direito de encherem a boca para falar: eu avisei.
Como assim, Juci? Com tantas plataformas de streaming disponíveis, séries incríveis, personagens femininos contemporâneos, você vai desenterrar Alien agora, em 2021?